domingo, 26 de dezembro de 2010

As flores também morrem.

Quem não gosta da sua beleza?
Da sua serenidade e tranquilidade
Ao olhar para elas vemos com clareza
Que nelas não existe maldade.

Como tudo na vida
Há um início e um fim
É triste todavia
Mas a vida é assim.

Rara era a tua tranquilidade
Eras uma rosa vermelha, algo vivo
Mas como todas as rosas...
Tu tinhas um espinho.

Mexias ao sabor do vento
Tão mexida e indecisa
Mas a ti, nunca pedi mais...
Que ser a tua brisa.

Começou, durou e acabou
Este meu amor jovem
Mas tal como tu...
As flores também morrem.

1 comentário:

  1. Para quem se inspira em cachaça e cigarros este poema é brilhante!

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